Falaa meus queridos, tudo certo?!
Se tem uma coisa que sempre gera dúvida antes de viajar para o Chile, é a parte do dinheiro. Levo real e troco por lá? Uso o cartão em tudo? Será que o meu cartão brasileiro funciona em Santiago? E aí bate aquele receio de chegar no país e passar aperto justamente na hora de pagar uma conta ou fechar um passeio.
E olha, esse é um dos maiores perrengues que dá para evitar com um pouco de informação. Por isso, reuni aqui as respostas mais buscadas sobre cartão de crédito no Chile: o que realmente funciona, o que tem imposto, o que vale a pena e o que é melhor deixar em dinheiro vivo. Segue comigo que eu te explico tudo direitinho.
O seu cartão brasileiro funciona no Chile?
Funciona sim, mas com uma condição que muita gente esquece: ele precisa estar habilitado para uso internacional. Essa liberação você pede ao seu banco ainda no Brasil, antes de embarcar. Cartões das bandeiras Visa e Mastercard são muito bem aceitos por lá, e cada vez mais estabelecimentos pequenos também passaram a aceitar pagamento no cartão.
Vale ficar atento a dois detalhes. O primeiro é que, no exterior, é comum o cartão pedir senha em compras que no Brasil passariam só na aproximação, e isso é questão de segurança, então não se assuste. O segundo é que, em regiões mais remotas, como a Cordilheira ou o alto do deserto, a internet costuma ser instável e a maquininha pode falhar. Nesses lugares, andar com algum dinheiro faz toda a diferença.
Dá para parcelar? E quanto de imposto vem na fatura?
Aqui vai a primeira surpresa para muita gente: não dá para parcelar. O pagamento internacional com cartão de crédito é feito em uma única vez, então esqueça a ideia de dividir aquela compra maior em várias parcelas como você faria no Brasil.
E tem o imposto, que é o ponto que mais pesa. Hoje o IOF sobre compras internacionais, seja no crédito, no débito ou no pré-pago, está em 3,5% (uma alíquota que subiu depois das mudanças recentes na lei). Além disso, o valor gasto em pesos é convertido primeiro em dólar e depois em real na sua fatura, ficando sujeito à variação do câmbio. Por isso, a nossa recomendação é usar o cartão para gastos maiores ou emergências, e não para o dia a dia.

Wise, Nomad e a dúvida do saque em pesos
As contas internacionais viraram queridinhas de quem viaja, e funcionam bem no Chile. O cartão Wise roda como débito, e o ideal é já deixar saldo em pesos chilenos carregado, aproveitando uma cotação melhor antes mesmo da viagem. O Nomad, que é uma conta em dólar, também é aceito no formato débito, com uma conversão que costuma ficar bem próxima da praticada nas casas de câmbio.
Já para ter dinheiro em espécie, existem dois caminhos. Você pode sacar nos caixas eletrônicos da rede Redbanc (procure os símbolos Cirrus, Plus ou Maestro), lembrando que o banco cobra uma taxa pela operação. E tem um truque que poucos brasileiros conhecem: a função “Vuelto” em alguns supermercados, que permite retirar dinheiro na hora de pagar as compras. Nas lojas Líder o limite costuma ser de CH$ 90.000 e nas Líder Express, de CH$ 50.000, sempre sujeito à disponibilidade de caixa no momento.
Afinal, o que levar: real, dólar ou cartão?
O segredo aqui é não escolher só um. A combinação é o que deixa a viagem tranquila. Trazer reais e trocar por pesos nas casas de câmbio de Santiago (ou no aeroporto, se você for direto para outra região) ainda é a opção mais econômica, porque você foge do IOF que incide sobre o cartão. E fica o aviso: o real é pouco aceito em lojas e restaurantes chilenos, então não conte com ele para pagar direto.
Mesmo assim, sempre deixe um pouco de dinheiro em espécie separado. Ele salva em situações bem específicas, como comprar a Tarjeta Bip do metrô em guichês que às vezes só aceitam dinheiro, aproveitar promoções nas feiras de artesanato que valem só para quem paga em espécie, ou pagar algo em um passeio na montanha onde a maquininha travou. O cartão e a Wise entram para o resto. É justamente esse equilíbrio que faz toda a diferença no bolso.
Está gostando do post? Clique no vídeo, conheça como levar dinheiro para o Chile e dê mais um passo rumo ao planejamento de viagem perfeito.
O jeito mais tranquilo de pagar os seus passeios
Agora uma dica que resolve boa parte da dor de cabeça com dinheiro. O PIX não funciona no comércio chileno, nada de pagar cafeteria, loja ou restaurante por lá com ele. Mas as agências de turismo brasileiras que operam no Chile costumam aceitar, e é aí que entra a Zerando o Chile: você reserva os seus passeios ainda no Brasil, pagando em real, via PIX e até parcelado, sem IOF e sem depender do cartão funcionar do outro lado.
Na prática, você paga metade no PIX na hora da reserva e o restante até 48 horas antes do primeiro passeio. Ou seja, a maior parte do orçamento, que são os tours, já fica quitada antes mesmo de você embarcar. Assim, passeios como o Zerando Sunset e o Full Day no Parque Farellones ficam garantidos com antecedência, e você deixa os seus pesos e o cartão livres só para o dia a dia da viagem.
Conheça também Outlets em Santiago – Descubra onde comprar barato para complementar seu planejamento de viagem ao deserto mais seco do mundo clicando aqui.
Espero que esse blog te ajude a montar uma viagem incrível pro Chile, com escolhas que fazem diferença de verdade na hora de aproveitar cada momento por aqui. Se quiser uma força extra no planejamento, fala com um consultor do meu time clicando aqui, que a gente cuida de tudo, do início ao fim da sua viagem, pra que ela seja inesquecível.
E não deixa de seguir o @zerandochile e o meu perfil, @talesbarreto, no Instagram. Lá eu solto dica, roteiro atualizado e conteúdo exclusivo todo dia. E se quiser mergulhar ainda mais no Chile, dá uma passada no nosso YouTube: tem vídeo e muita dica sobre Santiago, a Cordilheira e tudo que o país tem de melhor.
Até o próximo post! 🇨🇱














